Somos Carmelitas Descalços, filhos de Santa Teresa de Jesus e São João da Cruz, Ordem dos Irmãos da Bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, Senhora do Sim, nossa Mãe e nossa Irmã, em Viana do Castelo, Alto Minho, Portugal, a viver «em obséquio de Nosso Senhor Jesus Cristo e a servi-l’O de coração puro e consciência recta».
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Alegria do Evangelho em frases (XXI)
[211] Sempre me angustiou a situação das pessoas que são objecto das diferentes formas de tráfico. Quem dera que se ouvisse o grito de Deus, perguntando a todos nós: «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9).
[216] Pequenos mas fortes no amor de Deus, como São Francisco de Assis, todos nós, cristãos, somos chamados a cuidar da fragilidade do povo e do mundo em que vivemos.
[218] Também seria uma paz falsa aquela que servisse como desculpa para justificar uma organização social que silencie ou tranquilize os mais pobres, de modo que aqueles que gozam dos maiores benefícios possam manter o seu estilo de vida sem sobressaltos, enquanto os outros sobrevivem como podem.
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Alegria do Evangelho em frases (XX)
[200] Dado que esta Exortação se dirige aos membros da Igreja Católica, desejo afirmar, com mágoa, que a pior discriminação que sofrem os pobres é a falta de cuidado espiritual.
[201] Ninguém deveria dizer que se mantém longe dos pobres, porque as suas opções de vida implicam prestar mais atenção a outras incumbências. Esta é uma desculpa frequente nos ambientes académicos, empresariais ou profissionais, e até mesmo eclesiais.
[202] A desigualdade é a raiz dos males sociais.
[203] A vocação dum empresário é uma nobre tarefa, desde que se deixe interpelar por um sentido mais amplo da vida; isto permite-lhe servir verdadeiramente o bem comum com o seu esforço por multiplicar e tornar os bens deste mundo mais acessíveis a todos.
[204] Não podemos mais confiar nas forças cegas e na mão invisível do mercado.
[205] Rezo ao Senhor para que nos conceda mais políticos, que tenham verdadeiramente a peito a sociedade, o povo, a vida dos pobres.
[201] Ninguém deveria dizer que se mantém longe dos pobres, porque as suas opções de vida implicam prestar mais atenção a outras incumbências. Esta é uma desculpa frequente nos ambientes académicos, empresariais ou profissionais, e até mesmo eclesiais.
[202] A desigualdade é a raiz dos males sociais.
[203] A vocação dum empresário é uma nobre tarefa, desde que se deixe interpelar por um sentido mais amplo da vida; isto permite-lhe servir verdadeiramente o bem comum com o seu esforço por multiplicar e tornar os bens deste mundo mais acessíveis a todos.
[204] Não podemos mais confiar nas forças cegas e na mão invisível do mercado.
[205] Rezo ao Senhor para que nos conceda mais políticos, que tenham verdadeiramente a peito a sociedade, o povo, a vida dos pobres.
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Alegria do Evangelho em frases (XIX)
[190] É preciso repetir que «os mais favorecidos devem renunciar a alguns dos seus direitos, para poderem colocar, com mais liberalidade, os seus bens ao serviço dos outros».
[194] Jesus ensinou-nos este caminho de reconhecimento do outro, com as suas palavras e com os seus gestos. Para quê ofuscar o que é tão claro?
[195] A própria beleza do Evangelho nem sempre a conseguimos manifestar adequadamente, mas há um sinal que nunca deve faltar: a opção pelos últimos, por aqueles que a sociedade descarta e lança fora.
[197] No coração de Deus, ocupam lugar preferencial os pobres, tanto que até Ele mesmo «Se fez pobre» (2 Cor 8, 9). Todo o caminho da nossa redenção está assinalado pelos pobres.
[198] É necessário que todos nos deixemos evangelizar pelos pobres. A nova evangelização é um convite a reconhecer a força salvífica das suas vidas, e a colocá-los no centro do caminho da Igreja.
[199] O amor autêntico é sempre contemplativo, permitindo-nos servir o outro não por necessidade ou vaidade, mas porque ele é belo, independentemente da sua aparência.
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Alegria do Evangelho em frases (XVII)
174] A Igreja não evangeliza, se não se deixa continuamente evangelizar.
[175] Nós não procuramos Deus tacteando, nem precisamos de esperar que Ele nos dirija a palavra, porque realmente «Deus falou, já não é o grande desconhecido, mas mostrou-Se a Si mesmo».
[178] A partir do coração do Evangelho, reconhecemos a conexão íntima que existe entre evangelização e promoção humana, que se deve necessariamente exprimir e desenvolver em toda a acção evangelizadora.
[179] Assim como a Igreja é missionária por natureza, também brota inevitavelmente dessa natureza a caridade efectiva para com o próximo, a compaixão que compreende, assiste e promove.
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Alegria do Evangelho em frases (XVI)
[167] É preciso ter a coragem de encontrar os novos sinais, os novos símbolos, uma nova carne para a transmissão da Palavra, as diversas formas de beleza que se manifestam em diferentes âmbitos culturais, incluindo aquelas modalidades não convencionais de beleza que podem ser pouco significativas para os evangelizadores, mas tornaram-se particularmente atraentes para os outros.
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Alegria do Evangelho em frases (XIV)
[140] Mesmo que às vezes a homilia seja um pouco maçadora, se houver este espírito materno-eclesial, será sempre fecunda, tal como os conselhos maçadores duma mãe.
[141] O Senhor compraz-Se verdadeiramente em dialogar com o seu povo, e compete ao pregador fazer sentir este gosto do Senhor ao seu povo.
[142] Um diálogo é muito mais do que a comunicação duma verdade. Realiza-se pelo prazer de falar e pelo bem concreto que se comunica através das palavras entre aqueles que se amam.
[143] O pregador tem a belíssima e difícil missão de unir os corações que se amam: o do Senhor e os do seu povo.
[149] As leituras do domingo ressoarão com todo o seu esplendor no coração do povo, se primeiro ressoarem assim no coração do Pastor.
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Alegria do Evangelho em frases (XIII)
[130] Uma verdadeira novidade suscitada pelo Espírito não precisa de fazer sombra sobre outras espiritualidades e dons para se afirmar a si mesma.
[135] A homilia é o ponto de comparação para avaliar a proximidade e a capacidade de encontro de um Pastor com o seu povo.
[137] Reveste-se de um valor especial a homilia, derivado do seu contexto eucarístico, que supera toda a catequese por ser o momento mais alto do diálogo entre Deus e o seu povo.
[135] A homilia é o ponto de comparação para avaliar a proximidade e a capacidade de encontro de um Pastor com o seu povo.
[137] Reveste-se de um valor especial a homilia, derivado do seu contexto eucarístico, que supera toda a catequese por ser o momento mais alto do diálogo entre Deus e o seu povo.
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Alegria do Evangelho em frases (XII)
[120] Cada um dos baptizados, independentemente da própria função na Igreja e do grau de instrução da sua fé, é um sujeito activo de evangelização.
[127] Hoje que a Igreja deseja viver uma profunda renovação missionária, há uma forma de pregação que nos compete a todos como tarefa diária: é cada um levar o Evangelho às pessoas com quem se encontra.
[128] Nesta pregação, sempre respeitosa e amável, o primeiro momento é um diálogo pessoal. Só depois desta conversa é que se pode apresentar-lhe a Palavra.
[129] Se deixamos que as dúvidas e os medos sufoquem toda a ousadia, é possível que, em vez de sermos criativos, nos deixemos simplesmente ficar cómodos sem provocar qualquer avanço.
[127] Hoje que a Igreja deseja viver uma profunda renovação missionária, há uma forma de pregação que nos compete a todos como tarefa diária: é cada um levar o Evangelho às pessoas com quem se encontra.
[128] Nesta pregação, sempre respeitosa e amável, o primeiro momento é um diálogo pessoal. Só depois desta conversa é que se pode apresentar-lhe a Palavra.
[129] Se deixamos que as dúvidas e os medos sufoquem toda a ousadia, é possível que, em vez de sermos criativos, nos deixemos simplesmente ficar cómodos sem provocar qualquer avanço.
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domingo, 1 de dezembro de 2013
Alegria do Evangelho em frases (XI)
[111] A evangelização é dever da Igreja.
[112] O princípio da primazia da graça deve ser um farol que ilumine constantemente as nossas reflexões sobre a evangelização.
[113] O Senhor também te chama para seres parte do seu povo, e fá-lo com grande respeito e amor!
[114] A Igreja deve ser o lugar da misericórdia gratuita, onde todos possam sentir-se acolhidos, amados, perdoados e animados a viverem segundo a vida boa do Evangelho.
[115] A graça supõe a cultura, e o dom de Deus encarna-se na cultura de quem o recebe.
[117] A mensagem, que anunciamos, sempre apresenta alguma roupagem cultural.
[118] É indiscutível que uma única cultura não esgota o mistério da redenção de Cristo.
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Alegria do Evangelho em frases (X)
[101] Não deixemos que nos roubem o ideal do amor fraterno!
[102] A imensa maioria do povo de Deus é constituída por leigos. Ao seu serviço, está uma minoria: os ministros ordenados.
[103] Mas ainda é preciso ampliar os espaços para uma presença feminina mais incisiva na Igreja.
[104] Com efeito, uma mulher, Maria, é mais importante do que os Bispos.
[106] Como é bom que os jovens sejam «caminheiros da fé», felizes por levarem Jesus Cristo a cada esquina, a cada praça, a cada canto da terra!
[109] Os desafios existem para ser superados. Sejamos realistas, mas sem perder a alegria, a audácia e a dedicação cheia de esperança. Não deixemos que nos roubem a força missionária!
[102] A imensa maioria do povo de Deus é constituída por leigos. Ao seu serviço, está uma minoria: os ministros ordenados.
[103] Mas ainda é preciso ampliar os espaços para uma presença feminina mais incisiva na Igreja.
[104] Com efeito, uma mulher, Maria, é mais importante do que os Bispos.
[106] Como é bom que os jovens sejam «caminheiros da fé», felizes por levarem Jesus Cristo a cada esquina, a cada praça, a cada canto da terra!
[109] Os desafios existem para ser superados. Sejamos realistas, mas sem perder a alegria, a audácia e a dedicação cheia de esperança. Não deixemos que nos roubem a força missionária!
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domingo, 17 de novembro de 2013
sábado, 16 de novembro de 2013
O que fica do Ano da Fé?
Em palavras simples e belas do Papa Francisco
Ano da Fé. Encerramos neste domingo, a nível arciprestal, o pedaço de caminho que foi o Ano da Fé. Terminámo-lo melhor do que começámos. Sim, prefiro como o terminamos. Começámo-lo com um Papa sólido, Bento XVI, que parecia não conhecer o verbo duvidar; terminamo-lo com Francisco, que no seu percurso de homem crente tem (ou teve) dúvidas, um pai que nos abre o seu coração e até nos pede ajuda sobre como repensar, juntos, a pastoral da Igreja. Estamos no final do Ano da Fé, mas não estamos no fim do caminho e por isso nenhum discurso sobre a fé estará alguma vez dito e esgotado. E como por magia passamos a saber que o Papa celebra missa todos os dias! E todos os dias tem na sua curta homilia palavras curtas e certas e incisivas que valem encíclicas. São palavras que todos entendem e que a muitos inquietam. Podem ser ajuda à nossa meditação durante a última semana do Ano da Fé. Experimente uma de oito em oito horas.
I. A Nossa vida é um caminho, quando paramos, não vamos para a frente.
II. Todos já tivemos dúvidas no caminho da fé; também eu.
III. Neste Ano da Fé, recordemos que a fé não é nossa propriedade exclusiva, mas deve ser partilhada.
IV. Todo o cristão é um apóstolo.
V. Deus ama-nos. Não devemos ter medo de amá-lO. A fé professa-se com a boca e com o coração, com a palavra e com o amor.
VI. Jamais diria a um ateu que sua vida está condenada, porque estou convencido de que não tenho direito de fazer juízo sobre a honestidade dessa pessoa.
VII. Ser cristão não se reduz a cumprir mandamentos, mas é deixar que Cristo tome posse da nossa vida e a transforme.
VIII. A fé não é algo decorativo: ter fé significa por Cristo no centro da vida.
IX. Neste Ano da Fé, peçamos ao Senhor para a Igreja ser cada vez mais uma verdadeira família que leva o amor de Deus a todos.
X. «Bote fé na vida, o que significa?» Quando se prepara um bom prato e se vê que falta o sal, você, então, bota o sal; falta o azeite, então, bota azeite. Botar, ou seja, colocar, derramar.
XI. É assim também na nossa vida. Queridos jovens, se queremos que ela tenha realmente sentido e plenitude, como vocês mesmos desejam e merecem, digo a cada um e a cada uma de vocês: bote fé e a vida terá um sabor novo.
XII. No Ano da Fé, procuremos cada dia fazer qualquer coisa de concreto para conhecer melhor Jesus Cristo.
XIII. Queridos jovens, aprendei de São José, que teve momentos difíceis, mas não perdeu a confiança, e soube superá-los.
XIV. Se não somos ovelhas de Jesus, a fé não desponta; é uma fé de “água de cheiro”, uma fé sem substância.
XV. Deus surpreende-nos sempre!
XVI. A verdade é que, quando se sai às ruas, como fazem todos os homens e mulheres, acontecem acidentes. No entanto, se a Igreja se fechar em si mesma, torna-se ultrapassada. E entre uma Igreja que sofre acidentes lá fora e outra adoecida pela autorreferência, não tenho dúvidas em preferir a primeira.
XVII. Para encontrar os mártires não é necessário ir às catacumbas ou ao Coliseu: actualmente, os mártires estão vivos em numerosos países. Os cristãos são perseguidos devido à fé. Nalguns países não podem usar a cruz: são punidos se o fazem. Hoje, no século XXI, a nossa Igreja é uma Igreja de mártires!
XVIII. Quem se aproxima da igreja deve encontrar as portas abertas e não fiscais da fé.
XIX. A segurança da fé não nos torna imóveis e fechados, mas põe-nos a caminho para dar testemunho a todos e dialogar com todos.
XX. Considerando que muitos de vocês não pertencem à Igreja Católica e outros não creem, dou-lhes com todo o meu coração esta bênção, em silêncio, para cada um de vocês, respeitando a consciência de cada um, mas sabendo que todos são filhos de Deus. Deus lhes abençoe.
Chama do Carmo I NS 203 I Novembro 17 2013
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terça-feira, 12 de novembro de 2013
sábado, 9 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Hoje é o dia da Bem-aventurada Isabel da Trindade
(1880 - 1906)
B. Isabel da Trindade
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Hoje é dia do Bem-aventurado Francisco Palau
(1811 - 1872)
«Tenho hoje 54 anos, e há não mais de quatro anos que te conheço, ó Igreja! Quão perdido andou o meu coração sem ti! Porque não te revelaste na minha juventude? Quão diferentes teriam sido as minhas obras! Uma só palavra saída dos teus lábios ter-me-ia advertido de que tu és a minha amada que eu tanto buscava! Até te encontrar o meu coração persegui-te perguntando pela sua Amada; mas, ai de mim! Ninguém me falou de ti!»
B. Francisco Palau
B. Francisco Palau
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quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Hoje é dia de São Nuno de Santa Maria
(1360 - 1431)
O Condestável D. Nuno sempre orava antes das batalhas. A quem lhe gritou em alerta: «Nada de orações ou morremos todos!», respondeu calmamente o «forte Nuno»: «Amigo, ainda não é a hora! Aguardai um pouco e acabarei de orar.»
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