Ontem, sábado, o Carmelo de Santa Teresa de Coimbra amanheceu feliz. E desde o céu São José sorriu quando viu mais uma carmelita revestida com o hábito de Nossa Senhora do Carmo. Assim foi. Na manhã da Solenidade de São José a Verónica Parente, que tantos anos foi da nossa Comunidade do Carmo de Viana do Castelo, disse sim e iniciou o seu noviciado como Carmelita Descalço no Carmelo de S. Teresa de Coimbra.
Para ela a nossa amizade e oração para que seja fiel e feliz.
Somos Carmelitas Descalços, filhos de Santa Teresa de Jesus e São João da Cruz, Ordem dos Irmãos da Bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, Senhora do Sim, nossa Mãe e nossa Irmã, em Viana do Castelo, Alto Minho, Portugal, a viver «em obséquio de Nosso Senhor Jesus Cristo e a servi-l’O de coração puro e consciência recta».
domingo, 20 de março de 2011
O que devo dizer ao Padre?
A Quaresma enquanto tempo de renovação e mudança de vida anda muito associada à celebração do sacramento da Reconciliação, ou Confissão.
O pecado aperta e colesteraliza coração. Não nos deixa livres nem nos abre para a graça do perdão.
Muitos se perguntam — alguns ao sacerdote diante de quem se acabam de ajoelhar: O que devo dizer?
Para isso é proveitoso o reconhecimento do pecado através dum exame de vida, que alguns fazem regularmente. Que poderia fazer-se diariamente até! Eis aqui uma proposta simples.
Este exame ou análise da nossa vida faz-se diante de Deus, ouvindo a sua voz na consciência.
Mais que enumerar pecados procure descobrir com serenidade as atitudes do seu coração e lamentar os seus pecados, propondo-se não voltar a cometê-los.
O reconhecimento dos pecados pode ser feito em qualquer altura, diariamente até; a confissão só pode ser feita diante de um sacerdote.
No Exame de Consciência examine-se, ajudado por estas perguntas (ou outras). Trate de não ficar no exterior, procure avaliar-se nas atitudes do coração e nas omissões.
1. Ruptura com Deus
Amo a Deus com todo meu coração?
Preocupei-me em renovar minha fé através da oração, da participação activa e atenta da Missa dominical, da leitura da Palavra de Deus? Celebro os domingos e dias de festa da Igreja?
Tenho uma relação de confiança e amizade com Deus, ou cumpro somente com ritos externos?
Professei sempre, com vigor e sem temor, a minha fé em Deus? Manifestei a minha condição de cristão na vida pública e privada?
Ofereço ao Senhor os meus trabalhos e alegrias?
Tenho reverência e amor para com o Nome de Deus ou ofendo-O com blasfémias, falsos juramentos ou usando seu Nome em vão?
2. Ruptura comigo mesmo
Sou soberbo e vaidoso? Considero-me superior aos outros? Procuro aparentar algo que não sou para ser valorizado pelos outros? Aceito-me, ou vivo na mentira e no engano?
Que uso tenho feito do tempo e dos talentos que Deus me deu? Esforço-me por superar os vícios e as más inclinações como a preguiça, a avareza, a gula, a bebida, a droga?
Caí na luxúria com palavras e pensamentos impuros, com desejos ou acções impuras?
Realizei leituras ou assisti a espectáculos que reduzem a sexualidade a um mero objecto de prazer?
3. Ruptura com os irmãos
Amo o meu próximo como a mim mesmo e como o Senhor Jesus me pede que o ame?
Na minha família ajudo a construir um clima de reconciliação com paciência e espírito de serviço?
Se sou filho, fui obediente a meus pais, prestei--lhes respeito e ajuda?
Se sou pai, preocupei-me por educar na vida cristã os meus filhos e por respeitá-los no seu compromisso de vida com o Senhor Jesus?
Explorei os meus irmãos mais fracos, usando-os para meus fins?
Insultei o meu próximo? Escandalizei-o gravemente com palavras ou com acções?
Se me ofenderam, sei perdoar, ou guardo rancor e desejo de vingança?
Partilho os meus bens e o meu tempo com os mais pobres, ou sou egoísta e indiferente à dor de outros? Participo nas obras de evangelização e promoção humana da Igreja?
Preocupo-me pelo bem e pela prosperidade da comunidade civil em que vivo, ou passo a vida preocupado somente comigo mesmo? Cumpri com meus deveres cívicos? Paguei os meus impostos?
Sou invejoso? Enganador? Difamei ou caluniei alguém? Violei segredos? Fiz julgamentos temerários sobre outros? Sou mentiroso?
Causei algum dano físico ou moral a alguém? Inimizei-me com ódios, ofensas ou brigas com o meu próximo? Fui violento?
Procurei ou induzi ao aborto?
Fui honesto no meu trabalho?
3. Ruptura com a criação
Colaborei na destruição da natureza? Explorei ou usei correctamente a natureza? Abusei dela com fins egoístas? Roubei? Participei do negócio ou consumo de droga? Recebi dinheiro ilícito?
O sacramento da confissão celebrado de modo frio, indiferente e por rotina e tradição não leva ao arrependimento nem à conversão. É uma paródia de conversa, que nem conversa é. Se costuma confessar-se assim deveria regressar ao início do texto e relê-lo com seriedade! Porque «se confessarmos os nossos pecados, fiel e justo é Deus para nos perdoar e purificar-nos de toda a iniquidade.» (1João 1:9)
Isto alcançaremos pelo amor que Jesus nos tem e que derrama em graça no nosso coração.
Chama do Carmo I NS 102 I Março 20, 2011
O pecado aperta e colesteraliza coração. Não nos deixa livres nem nos abre para a graça do perdão.
Muitos se perguntam — alguns ao sacerdote diante de quem se acabam de ajoelhar: O que devo dizer?
Para isso é proveitoso o reconhecimento do pecado através dum exame de vida, que alguns fazem regularmente. Que poderia fazer-se diariamente até! Eis aqui uma proposta simples.
Este exame ou análise da nossa vida faz-se diante de Deus, ouvindo a sua voz na consciência.
Mais que enumerar pecados procure descobrir com serenidade as atitudes do seu coração e lamentar os seus pecados, propondo-se não voltar a cometê-los.
O reconhecimento dos pecados pode ser feito em qualquer altura, diariamente até; a confissão só pode ser feita diante de um sacerdote.
No Exame de Consciência examine-se, ajudado por estas perguntas (ou outras). Trate de não ficar no exterior, procure avaliar-se nas atitudes do coração e nas omissões.
1. Ruptura com Deus
Amo a Deus com todo meu coração?
Preocupei-me em renovar minha fé através da oração, da participação activa e atenta da Missa dominical, da leitura da Palavra de Deus? Celebro os domingos e dias de festa da Igreja?
Tenho uma relação de confiança e amizade com Deus, ou cumpro somente com ritos externos?
Professei sempre, com vigor e sem temor, a minha fé em Deus? Manifestei a minha condição de cristão na vida pública e privada?
Ofereço ao Senhor os meus trabalhos e alegrias?
Tenho reverência e amor para com o Nome de Deus ou ofendo-O com blasfémias, falsos juramentos ou usando seu Nome em vão?
2. Ruptura comigo mesmo
Sou soberbo e vaidoso? Considero-me superior aos outros? Procuro aparentar algo que não sou para ser valorizado pelos outros? Aceito-me, ou vivo na mentira e no engano?
Que uso tenho feito do tempo e dos talentos que Deus me deu? Esforço-me por superar os vícios e as más inclinações como a preguiça, a avareza, a gula, a bebida, a droga?
Caí na luxúria com palavras e pensamentos impuros, com desejos ou acções impuras?
Realizei leituras ou assisti a espectáculos que reduzem a sexualidade a um mero objecto de prazer?
3. Ruptura com os irmãos
Amo o meu próximo como a mim mesmo e como o Senhor Jesus me pede que o ame?
Na minha família ajudo a construir um clima de reconciliação com paciência e espírito de serviço?
Se sou filho, fui obediente a meus pais, prestei--lhes respeito e ajuda?
Se sou pai, preocupei-me por educar na vida cristã os meus filhos e por respeitá-los no seu compromisso de vida com o Senhor Jesus?
Explorei os meus irmãos mais fracos, usando-os para meus fins?
Insultei o meu próximo? Escandalizei-o gravemente com palavras ou com acções?
Se me ofenderam, sei perdoar, ou guardo rancor e desejo de vingança?
Partilho os meus bens e o meu tempo com os mais pobres, ou sou egoísta e indiferente à dor de outros? Participo nas obras de evangelização e promoção humana da Igreja?
Preocupo-me pelo bem e pela prosperidade da comunidade civil em que vivo, ou passo a vida preocupado somente comigo mesmo? Cumpri com meus deveres cívicos? Paguei os meus impostos?
Sou invejoso? Enganador? Difamei ou caluniei alguém? Violei segredos? Fiz julgamentos temerários sobre outros? Sou mentiroso?
Causei algum dano físico ou moral a alguém? Inimizei-me com ódios, ofensas ou brigas com o meu próximo? Fui violento?
Procurei ou induzi ao aborto?
Fui honesto no meu trabalho?
3. Ruptura com a criação
Colaborei na destruição da natureza? Explorei ou usei correctamente a natureza? Abusei dela com fins egoístas? Roubei? Participei do negócio ou consumo de droga? Recebi dinheiro ilícito?
O sacramento da confissão celebrado de modo frio, indiferente e por rotina e tradição não leva ao arrependimento nem à conversão. É uma paródia de conversa, que nem conversa é. Se costuma confessar-se assim deveria regressar ao início do texto e relê-lo com seriedade! Porque «se confessarmos os nossos pecados, fiel e justo é Deus para nos perdoar e purificar-nos de toda a iniquidade.» (1João 1:9)
Isto alcançaremos pelo amor que Jesus nos tem e que derrama em graça no nosso coração.
Chama do Carmo I NS 102 I Março 20, 2011
StellaMariS_Quaresma12
Domingo da Semana II
«Domingo é dia de descanso. Jesus convida-te hoje a subir com Pedro, Tiago e João ao Monte da Transfiguração. Tens forças para esclar com Ele a montanha? Ele espera-te na tenda da Eucaristia. É bom privar com Ele.»
«Domingo é dia de descanso. Jesus convida-te hoje a subir com Pedro, Tiago e João ao Monte da Transfiguração. Tens forças para esclar com Ele a montanha? Ele espera-te na tenda da Eucaristia. É bom privar com Ele.»
sábado, 19 de março de 2011
Retiro de silêncio
Um dia, igual a tantos outros em que
me despachava a terminar mais uma tarefa do meu trabalho
para dar seguimento à seguinte da lista infindável das tarefas
deparei-me com um sinal
Faz a tua inscrição para:
carmojovem@gmail.com
Maria João: 967209808
me despachava a terminar mais uma tarefa do meu trabalho
para dar seguimento à seguinte da lista infindável das tarefas
deparei-me com um sinal
?!
Estranho... já o havia visto antes…
Humm? Aonde ?!!!
Sim!! No
Lá, estão sempre a inventar nomes estranhos como esse.
Curioso… Kerit
Sugeriu-me algo… retiro de silêncio
Hum?!
Serei capaz?
Começa sexta à noite…
Não, é melhor não
Na sexta tenho que sair do trabalho/Universidade a correr
Depois ir buscar o saco, a faixa e a bíblia a casa
Depois uma viagem a Avessadas… É melhor não.
“Fica-te a só com ele” - Santa Teresa
Bem que precisava,
Bem falta me faz parar um pouco e olhar para dentro…
E se fosse?
Um fim-de-semana…
Não, é melhor não
Tenho ainda trabalho pendente,
e se não consigo fazer tudo até sexta à noite?
Só se levar o PC comigo?
Mas para que vou levar o PC
Se a ideia é ver-me livre dele um dia
Para estar a sós com Ele?!
“Que deves fazer senão amá-Lo?” - Santa Teresa de Jesus
Sim, é verdade.
Não só de pão vive o Homem
Mas da Palavra de Deus que vou encontrar no Kerit!
Quero lá saber, só há um por ano!
Vou trabalhar a semana toda
Vou correr na sexta
Mas..
Vou Kerit no fim-de-semana!!!
Eu vou!
Faz a tua inscrição para:
carmojovem@gmail.com
Maria João: 967209808
StellaMariS_Quaresma11
Sábado da Semana I
«Hoje é dia de São José, pai adoptivo de Jesus, por isso também hoje recordamos os nossos pais. Agradece a Deus o dom do teu pai e manifesta-lhe a tua gratidão por tudo o que faz ou fez por ti. Um feliz dia para todos os pais!»
«Hoje é dia de São José, pai adoptivo de Jesus, por isso também hoje recordamos os nossos pais. Agradece a Deus o dom do teu pai e manifesta-lhe a tua gratidão por tudo o que faz ou fez por ti. Um feliz dia para todos os pais!»
sexta-feira, 18 de março de 2011
StellaMariS_Quaresma10
Sexta-feira da Semana I
«Quaresma é tempo de reconciliação com Deus e com os outros. Precisas de fazer as pazes com alguém? E estás em paz contigo mesmo? Porque não aproveitar o dia de hoje para te aproximares de ti, dos outros e do Outro?»
«Quaresma é tempo de reconciliação com Deus e com os outros. Precisas de fazer as pazes com alguém? E estás em paz contigo mesmo? Porque não aproveitar o dia de hoje para te aproximares de ti, dos outros e do Outro?»
quinta-feira, 17 de março de 2011
Calvário da Família Caramez
A Ana Carolina escreveu o seguinte texto:
Depois de fazer este texto, ela pediu que lhe escrevesse a palavra calvário na vertical e depois apresentou-me o seguinte:
Confesso que fiquei surpreendida!
A Matilde só diz que fizemos um presépio com cruzes!
Ana
«No Domingo à tarde eu e a minha família fizemos uma construção de um calvário feito com plasticina e barro.
Com esta actividade aprendi como foi a condenação de Jesus, aprendi que ele foi crucificado junto dos ladrões.
Ao fazer as cruzes senti algo de esperança com essa condenação porque aprendi que Jesus ressuscitou ao terceiro dia. Senti pena da Virgem Maria e do S. João por terem de ver Jesus crucificado. Com as cruzes também aprendi e senti alguma pena pelos ladrões mas Jesus foi amigo deles e levou-os também para o céu.
Foi importante fazer esta actividade com os pais e a mana porque gosto de Jesus e porque é bom estar em Família, fazer coisas juntos, ajudar-nos e sentirmos o amor que nos une.»
Ana Carolina
Depois de fazer este texto, ela pediu que lhe escrevesse a palavra calvário na vertical e depois apresentou-me o seguinte:
ComunhãoPerguntei-lhe o que significava Relação e ela respondeu que com esta actividade estabelecemos uma Relação com Jesus e uma Relação entre nós!
Alegria
muLtidão
Vida
Ámor
Relação
camInho
oraçãO
Confesso que fiquei surpreendida!
A Matilde só diz que fizemos um presépio com cruzes!
Ana
StellaMariS_Quaresma9
Quinta-feira da Semana I
«Jesus diz: 'Quem pede recebe, a quem bate à porta abrir-se-á.' Que precisas de Lhe pedir? Confia Nele e procura-O dentro de ti.»
«Jesus diz: 'Quem pede recebe, a quem bate à porta abrir-se-á.' Que precisas de Lhe pedir? Confia Nele e procura-O dentro de ti.»
Dois minutos
Na escola, uma menina habitualmente distraída está superconcentrada a fazer um desenho. A professora pergunta-lhe:
- O que está a desenhar?
- Estou a desenhar Deus.
- Deus? Mas ninguém sabe como é Deus?
- Daqui a dois minutos já vão saber.
- O que está a desenhar?
- Estou a desenhar Deus.
- Deus? Mas ninguém sabe como é Deus?
- Daqui a dois minutos já vão saber.
quarta-feira, 16 de março de 2011
StellaMariS_Quaresma8
Quarta-feira da Semana I
«A Quaresma começou à uma semana com um convite a optar pelos caminhos da vida e felicidade. O teu caminho tem muitas curvas, altos e baixos. A que sinais precisas de obedecer para seguires Jesus que é o Caminho?»
Teresinha em Jerusalém
As relíquias de S. Teresinha do Menino Jesus, conhecida como a Padroeira das Missões, chegaram no passado dia 14, Segunda-feira, ao aeroporto de Tel Aviv, e foram logo trasladadas para Jerusalém, onde no dia seguinte terão sido novamente sepultadas.
A receber as relíquias da carmelita estavam o Núncio Apostólico, António Franco, o Patriarca Latino, Fuad Twal, e outros 25 representantes da Igreja Católica romana na Terra Santa.
O vice-Custódio da Terra Santa, P. Artemio Vítores, declarou: «Os restos de S. Teresa do Menino Jesus, padroeira das missões, ficarão à guarda do Núncio Apostólico em Jerusalém e serão depois solenemente entregues ao Patriarca Latino.»
O programa previa que de seguida as relíquias fossem recebidas em várias comunidades e depois seriam enterradas no edifício do Patriarcado, junto à Porta de Jafa, a mais movimentada de todas as que se situam na velha cidadela amuralhada.»
Teresinha, mulher de paz, interceda pela paz na terra de Jesus e Maria.
A receber as relíquias da carmelita estavam o Núncio Apostólico, António Franco, o Patriarca Latino, Fuad Twal, e outros 25 representantes da Igreja Católica romana na Terra Santa.
O vice-Custódio da Terra Santa, P. Artemio Vítores, declarou: «Os restos de S. Teresa do Menino Jesus, padroeira das missões, ficarão à guarda do Núncio Apostólico em Jerusalém e serão depois solenemente entregues ao Patriarca Latino.»
O programa previa que de seguida as relíquias fossem recebidas em várias comunidades e depois seriam enterradas no edifício do Patriarcado, junto à Porta de Jafa, a mais movimentada de todas as que se situam na velha cidadela amuralhada.»
Teresinha, mulher de paz, interceda pela paz na terra de Jesus e Maria.
terça-feira, 15 de março de 2011
StellaMaris_Quaresma7
Terça-feira da Semana I
«A oraçao e tratar de amizade com Jesus. E Ele poe-nos em dialogo com Deus que e Pai. Nao passes o dia sem recordares que es Filho de Deus. Reza o Pai Nosso.»
«A oraçao e tratar de amizade com Jesus. E Ele poe-nos em dialogo com Deus que e Pai. Nao passes o dia sem recordares que es Filho de Deus. Reza o Pai Nosso.»
segunda-feira, 14 de março de 2011
Quaresma, 40 dias de caminho para onde? Para quem?
Do nosso egoísmo para a fraternidade.
Do nosso desamor para o amor.
Da nossa falta de sinceridade para a verdade.
Da nossa mesquinhez para a generosidade...
Do nosso pequeno mundo para o mundo inteiro.
Dos nossos amigos para todos os homens.
Do nosso deus pequeno chamado ego para Cristo, Caminho, Verdade e Vida.
Do consumismo para a caridade.
Do ódio para o perdão.
Da inimizade para a amizade.
Da noite para luz.
Do mal para o bem.
Da falta de Deus para Deus.
Quaresma: é preciso caminhar para chegar à Páscoa de luz e de vida.
Cristo ressuscitado nos espera.
Não tenhas medo de passar pelas noites da paixão, da morte, da dor.
Sempre a paz, a luz e a vida ressuscitam em nós.
Sem Cristo é noite, com Cristo é luz e paz no coração, dentro e fora de nós.
Seja feliz!
Feliz Quaresma e Feliz Páscoa!
Abuna Patrik, Carmelita Descalço
Do nosso desamor para o amor.
Da nossa falta de sinceridade para a verdade.
Da nossa mesquinhez para a generosidade...
Do nosso pequeno mundo para o mundo inteiro.
Dos nossos amigos para todos os homens.
Do nosso deus pequeno chamado ego para Cristo, Caminho, Verdade e Vida.
Do consumismo para a caridade.
Do ódio para o perdão.
Da inimizade para a amizade.
Da noite para luz.
Do mal para o bem.
Da falta de Deus para Deus.
Quaresma: é preciso caminhar para chegar à Páscoa de luz e de vida.
Cristo ressuscitado nos espera.
Não tenhas medo de passar pelas noites da paixão, da morte, da dor.
Sempre a paz, a luz e a vida ressuscitam em nós.
Sem Cristo é noite, com Cristo é luz e paz no coração, dentro e fora de nós.
Seja feliz!
Feliz Quaresma e Feliz Páscoa!
Abuna Patrik, Carmelita Descalço
V Entrefitas
O Entrefitas é do Carmo Jovem.
O quinto vai passar na Figueira.
O filme, a amizade, a fé vão juntar-nos novamente no próximo sábado.
Vamos ver o que lemos no Livro de Eli.
(Para gente especial.)
O quinto vai passar na Figueira.
O filme, a amizade, a fé vão juntar-nos novamente no próximo sábado.
Vamos ver o que lemos no Livro de Eli.
(Para gente especial.)
Teresa, a nossa Teresa, gostava de caminhar
Caminhar está na moda e é saudável. E o mundo está sulcado de caminhos que cruzam como chicotadas a pele do planeta. Caminham os que emigram procurando melhores condições de vida; caminhamos peregrinos por diferentes motivos; caminhamos para mantermos a linha; caminhamos ao passear pelos nossos parques e cidades.
E no dia em que temos de pegar na bengala, damo-nos conta de que caminhar é aprendizagem da vida, um sinal de liberdade e todo um sofrimento ou prazer, dependendo de que lado o vejamos.
Teresa gostava de caminhar. A sua vida abre-se aos nossos olhos com o episódio infantil da escapada a terras de mouros. Um episódio real e simbólico, do Caminho que Teresa fará ao andar (viver); ao morrer (ouvem-na dizer: “já chegou a hora desejada, já é tempo de que nos vejamos, Senhor meu, já é tempo de caminhar”).
Mulher andarilha por todos os caminhos, nunca vai só. Na infância, o companheiro foi seu irmão Rodrigo; em adulta, serão seus irmãs e irmãs que lhe seguem os passos, e, finalmente, quando morre, será esse Senhor, que a Si próprio Se definiu como Caminho, quem Se vai converter para ela em companheiro de viagem – na própria viagem e meta.
Um belo dia, brotará da sua ágil pena um “Caminho”, procurando o ideal da infância, porque nos recordará, ao Carmelo, que “viemos para morrer por Cristo”, e nele nos fará a grande confidência da sua vida: que a oração é um caminho, que este caminho é a vida e que esta vida é a verdade.
A imagem teresiana de um caminho que nos aperfeiçoa e que é, ao mesmo tempo, perfeito, torna-se acessível e atractiva para os que compreendemos que a oração é esse Caminho, e que orar é viver em companhia amorosa, lado a lado com os irmãos e com Jesus, sendo este “um caminho real para o Céu”. Cada passo que damos aproxima-nos um pouco mais da meta, a de ganhar um grande tesouro: Deus. Um Deus que “basta”, um “mar de maravilhas sem fim”, “uma formosura que contém em si todas as formosuras”...
E embora este caminho tenha os seus perigos e custe caminhar, “não parar até chegar à meta (o fim da vida), aconteça o que acontecer, custe o que custar, pareça bem ou mal aos outros, ainda que morramos no empenho, ainda que nos cansemos e… ainda que o mundo se afunde”, merece a pena suportar os incómodos e peripécias que nele se encontram.
A bagagem é leve, poucas coisas são precisas: “amor de umas para com as outras, despojamento das coisas criadas (liberdade) e verdadeira humildade”. O amor é-nos necessário a todos nós que caminhamos, para atenuar os choques inevitáveis e deixar que brote a amizade. O estar apaixonados por Deus e olhar o afecto pelas coisas com distância e respeito dá-nos uma grande liberdade. E a humildade, que é a verdade, ou seja, o reconhecimento de que não somos nem melhores nem superiores aos outros. Não precisamos de muito mais na mochila. É questão de convicções, desejos e propósitos.
O caminho é longo, árduo, custoso e “quem caminha, caminhará pouco e com trabalho se não tiver bons pés e coragem e ousadia nisso mesmo”, dirá João da Cruz. E o mesmo santo sentenciará que, para chegar ao cume, “é necessário estar apaixonado por Deus”.
Ambos, como guias experimentados descrevem-nos a meta, o cume, em termos de beleza irresistível: “só Deus basta” – dirá Teresa, e João responderá: “Por toda a formosura, nunca eu me perderei senão por um não sei quê que se alcança por ventura”.
E, enquanto caminhamos (vivemos), vamos trilhando a rota do Pai-Nosso, aproximando-nos cada vez mais da última paragem, essa que na petição orante soa como “livrai-nos de todo o mal”, essa que é sinónimo de felicidade, de bem-aventurança, de felicidade, de gozo. Essa que é encontro e abraço, e descanso e festa. Essa que é “chegar a casa”.
Teresa, andarilha por todos os caminhos, a ti que seguiste o Caminho e gostavas de caminhar, concede-nos um pouco da tua coragem para seguir o Mestre como tu fizeste.
Frei Eusébio Gómez Navarro
StellaMariS_Quaresmais6
Segunda-feira da Semana I:
«Aqui estamos a partilhar convosco o início duma semana de trabalho. Jesus, hoje, diz-te: «O que fizestes a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes». Consegues identificar Cristo nos outros?»
«Aqui estamos a partilhar convosco o início duma semana de trabalho. Jesus, hoje, diz-te: «O que fizestes a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes». Consegues identificar Cristo nos outros?»
domingo, 13 de março de 2011
StellaMariS_Quaresmais5
Domingo I
«Hoje é dia do Senhor. Jesus espera-te na eucaristia. Decide-te a ir ao seu encontro. Sairás de lá mais forte para resistir às tentações do mal. Experimenta e verás. Bom Domingo!»
«Hoje é dia do Senhor. Jesus espera-te na eucaristia. Decide-te a ir ao seu encontro. Sairás de lá mais forte para resistir às tentações do mal. Experimenta e verás. Bom Domingo!»
Avisos, Março 13 - 20
13 Domingo
17:15h - Exercício da Via Sacra.
14 Segunda
21:00h - Encontro com a Bíblia.
18 Sexta
08:30h - Exercício da Via Sacra.
19 Sábado
Solenidade de São José
10:00h - O P. Alpoim A. Portugal preside a mais um Encontro de Espiritualidade, cujo tema é «Santa Teresa de Jesus: uma vida, uma caminho.»
17:15h - Exercício da Via Sacra.
14 Segunda
21:00h - Encontro com a Bíblia.
18 Sexta
08:30h - Exercício da Via Sacra.
19 Sábado
Solenidade de São José
10:00h - O P. Alpoim A. Portugal preside a mais um Encontro de Espiritualidade, cujo tema é «Santa Teresa de Jesus: uma vida, uma caminho.»
Quaresma em clave feminina
As mulheres foram as primeiras a regressar ao túmulo e a contemplar a Ressurreição. Elas são as primeiras testemunhas do mundo novo, que tem início na ressurreição de Jesus.
São por isso modelos de discípulos de Jesus e também evangelizadoras dos Apóstolos!
Os que se conduziam pelos pensamentos humanos foram iluminados pelas que levadas pelo coração não desistiram de procurar até encontrar Jesus, e encontraram-n’O como Ressuscitado.
Nós que na Páscoa seremos guiados pela alegria do anúncio pascal das mulheres deixemo-nos guiar previamente também por elas na Quaresma!
Na sua Mensagem para esta Quaresma o Papa pergunta-nos: «Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano Litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus?»
Estejamos, pois, atentos, porque, de facto, domingo a domingo, pelo menos, os textos evangélicos guiam-nos para um encontro intenso com o Senhor.
Toda a Palavra de Deus nos chama para esse encontro renovador. Ler a Bíblia é uma tarefa de que todos necessitamos e da qual todos saímos enriquecidos e transformados. (Aliás, durante os dias da Quaresma ninguém se deveria escusar a ler e a meditar serenamente um pedacinho da Bíblia.) A Palavra de Deus é luz boa que clareia a nossa mente e ajuda a ler o negrume da nossa vida, e a vassoura de boa qualidade que varre o pó acumulado até nos revelar tesouros ocultos pelo descuido e pelo ramerame.
Se nos dispusermos poderemos aceder à Palavra de Deus pelo olhar e pelo coração das mulheres, que poderão ser para nós excelentes catequistas e modelos de escuta da Palavra.
Ler a Bíblia é uma tarefa urgente.
Poderíamos propôr-nos abrir e caminhar a Quaresma e a Páscoa em clave feminina, focando a intervenção das várias mulheres que vão aparecendo nas diversas leituras.
EVA
Com Eva regressamos ao tempo das origens, ao acto criador de Deus. Recordamos o projecto amoroso de Deus e o tropeção da humanidade. Ela traz-nos a esperança na vida.
SARA
A figura de Sara, mulher de Abraão, ajuda-nos a descobrir a nossa condição de caminhantes pelo deserto. Com ela podemos acreditar que o impossível é possível.
SAMARITANA
A Pecadora diz em sua vida a sede do caminho. É mulher inquieta e buscadora, que não estaciona à margem da vida nem é conformista. É um desafio para que nos encontremos num encontro transformador com Jesus. Com ela regressamos a casa anunciando que Jesus a todos dá a água da vida.
A MÃE DO CEGO DE NASCIMENTO
A mensagem que esta mulher, inicialmente desolada e reduzida a nada, nos pode deixar é a de que também nós nos podemos recriar pela luz de Jesus que penetra em nossa vida. Ela nos ajude a ver o Senhor sempre presente no meio das nossas trevas pessoais e comunitárias.
MARTA, IRMA DE LAZARO
É poderoso o sinal que brota do coração cheio de fé de Marta diante do seu irmão morto. Ela desafia-nos a olhar a morte de frente, com o convencimento de que depois da ressurreição de Jesus jamais a morte tem a última palavra sobre a nossa vida.
Contemplando a figura de Marta pedimos para nós uma centelha da sua fé e da sua valentia, para sermos capazes de acreditar nos momentos mais difíceis.
MARIA, MAE DE JESUS
A Mãe de Jesus é luz serena e guia suave para os discípulos de Jesus, quer durante as agruras da Quaresma, quer na exultação pascal.
Sem medo ela nos leva pela mão pelo mais inóspito caminho quaresmal – o do lugar escalvado do Crâneo, ou Calvário. Como mulher forte ela posiciona-nos delicadamente diante do silêncio da cruz de Jesus e pelo percurso do inebriamento da vitória da Páscoa.
Que na noite da fé, Maria, Mãe de Jesus, nos mostre o bendito fruto do seu ventre.
MARIA MADALENA
A figura e a história de Maria Madalena desafiam-nos a sermos corajosos, a sairmos do sepulcro do deserto para o jardim da Páscoa. Que como ela não tenhamos medo de amar Jesus, ela que foi apóstola dos apóstolos.
A Palavra de Deus curou, iluminou, salvou, libertou, perdoou, e deu a palavra às mulheres.
Por que não hão-de elas guiar-nos na Quaresma?
Chama do Carmo I NS 101 I Março 13, 2011
São por isso modelos de discípulos de Jesus e também evangelizadoras dos Apóstolos!
Os que se conduziam pelos pensamentos humanos foram iluminados pelas que levadas pelo coração não desistiram de procurar até encontrar Jesus, e encontraram-n’O como Ressuscitado.
Nós que na Páscoa seremos guiados pela alegria do anúncio pascal das mulheres deixemo-nos guiar previamente também por elas na Quaresma!
Na sua Mensagem para esta Quaresma o Papa pergunta-nos: «Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano Litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus?»
Estejamos, pois, atentos, porque, de facto, domingo a domingo, pelo menos, os textos evangélicos guiam-nos para um encontro intenso com o Senhor.
Toda a Palavra de Deus nos chama para esse encontro renovador. Ler a Bíblia é uma tarefa de que todos necessitamos e da qual todos saímos enriquecidos e transformados. (Aliás, durante os dias da Quaresma ninguém se deveria escusar a ler e a meditar serenamente um pedacinho da Bíblia.) A Palavra de Deus é luz boa que clareia a nossa mente e ajuda a ler o negrume da nossa vida, e a vassoura de boa qualidade que varre o pó acumulado até nos revelar tesouros ocultos pelo descuido e pelo ramerame.
Se nos dispusermos poderemos aceder à Palavra de Deus pelo olhar e pelo coração das mulheres, que poderão ser para nós excelentes catequistas e modelos de escuta da Palavra.
Ler a Bíblia é uma tarefa urgente.
Poderíamos propôr-nos abrir e caminhar a Quaresma e a Páscoa em clave feminina, focando a intervenção das várias mulheres que vão aparecendo nas diversas leituras.
EVA
Com Eva regressamos ao tempo das origens, ao acto criador de Deus. Recordamos o projecto amoroso de Deus e o tropeção da humanidade. Ela traz-nos a esperança na vida.
SARA
A figura de Sara, mulher de Abraão, ajuda-nos a descobrir a nossa condição de caminhantes pelo deserto. Com ela podemos acreditar que o impossível é possível.
SAMARITANA
A Pecadora diz em sua vida a sede do caminho. É mulher inquieta e buscadora, que não estaciona à margem da vida nem é conformista. É um desafio para que nos encontremos num encontro transformador com Jesus. Com ela regressamos a casa anunciando que Jesus a todos dá a água da vida.
A MÃE DO CEGO DE NASCIMENTO
A mensagem que esta mulher, inicialmente desolada e reduzida a nada, nos pode deixar é a de que também nós nos podemos recriar pela luz de Jesus que penetra em nossa vida. Ela nos ajude a ver o Senhor sempre presente no meio das nossas trevas pessoais e comunitárias.
MARTA, IRMA DE LAZARO
É poderoso o sinal que brota do coração cheio de fé de Marta diante do seu irmão morto. Ela desafia-nos a olhar a morte de frente, com o convencimento de que depois da ressurreição de Jesus jamais a morte tem a última palavra sobre a nossa vida.
Contemplando a figura de Marta pedimos para nós uma centelha da sua fé e da sua valentia, para sermos capazes de acreditar nos momentos mais difíceis.
MARIA, MAE DE JESUS
A Mãe de Jesus é luz serena e guia suave para os discípulos de Jesus, quer durante as agruras da Quaresma, quer na exultação pascal.
Sem medo ela nos leva pela mão pelo mais inóspito caminho quaresmal – o do lugar escalvado do Crâneo, ou Calvário. Como mulher forte ela posiciona-nos delicadamente diante do silêncio da cruz de Jesus e pelo percurso do inebriamento da vitória da Páscoa.
Que na noite da fé, Maria, Mãe de Jesus, nos mostre o bendito fruto do seu ventre.
MARIA MADALENA
A figura e a história de Maria Madalena desafiam-nos a sermos corajosos, a sairmos do sepulcro do deserto para o jardim da Páscoa. Que como ela não tenhamos medo de amar Jesus, ela que foi apóstola dos apóstolos.
A Palavra de Deus curou, iluminou, salvou, libertou, perdoou, e deu a palavra às mulheres.
Por que não hão-de elas guiar-nos na Quaresma?
Chama do Carmo I NS 101 I Março 13, 2011
sábado, 12 de março de 2011
StellaMariS_Quaresmais4
Sábado de Cinzas
«Bom dia! Neste 4º dia da Quaresma, Jesus convida-te à esmola, ou seja, a prestar atenção aos mais necessitados de pão ou de afecto. A pobreza incomoda-te?»
«Bom dia! Neste 4º dia da Quaresma, Jesus convida-te à esmola, ou seja, a prestar atenção aos mais necessitados de pão ou de afecto. A pobreza incomoda-te?»
sexta-feira, 11 de março de 2011
StellaMariS_Quaresmais3
Sexta-feira de Cinzas
«Hoje é Sexta-feira. Este dia é de jejum, ou seja, desprender-se do supérfluo e do consumismo que nos sufoca. De que te queres desprender para seres mais livre?»
«Hoje é Sexta-feira. Este dia é de jejum, ou seja, desprender-se do supérfluo e do consumismo que nos sufoca. De que te queres desprender para seres mais livre?»
quinta-feira, 10 de março de 2011
SMS quaresmais
Um grupo de jovens da Igreja Stella Maris, da comunidade dos Padres Carmelitas Descalços do Porto, inicia hoje a Quaresma com um convite em versão SMS, que visa enviar mensagens de telemóvel para aludir à espiritualidade quaresmal.
“Inspirada da liturgia diária, esta mensagem pretende ser um despertador cristão entre os mais jovens, bons utilizadores das novas tecnologias, para este tempo forte da liturgia cristã”, assinala um comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
Renato Pereira, do grupo que promove a iniciativa, explica que “cada jovem que recebe a mensagem é convidado a reencaminhá-la para outros jovens dos seus contactos”.
“Se, como esperamos, a experiência resultar, prolongá-la-emos no tempo e desafiaremos outras comunidades cristãs a fazerem o mesmo”, adianta.
A primeira mensagem desta Quarta feira de Cinzas diz: «Hoje iniciamos como cristãos o tempo da Quaresma. Jesus convida-nos a mudar de vida. Que gostarias de mudar? Escuta o teu interior e recorda algumas palavras do Evangelho».
A Quaresma, que começa hoje com a celebração das cinzas é um período de preparação para a Páscoa, maior festa do calendário litúrgico cristão, com a duração de 40 dias, marcados por apelos ao jejum, à partilha e à penitência.
“Inspirada da liturgia diária, esta mensagem pretende ser um despertador cristão entre os mais jovens, bons utilizadores das novas tecnologias, para este tempo forte da liturgia cristã”, assinala um comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
Renato Pereira, do grupo que promove a iniciativa, explica que “cada jovem que recebe a mensagem é convidado a reencaminhá-la para outros jovens dos seus contactos”.
“Se, como esperamos, a experiência resultar, prolongá-la-emos no tempo e desafiaremos outras comunidades cristãs a fazerem o mesmo”, adianta.
A primeira mensagem desta Quarta feira de Cinzas diz: «Hoje iniciamos como cristãos o tempo da Quaresma. Jesus convida-nos a mudar de vida. Que gostarias de mudar? Escuta o teu interior e recorda algumas palavras do Evangelho».
A Quaresma, que começa hoje com a celebração das cinzas é um período de preparação para a Páscoa, maior festa do calendário litúrgico cristão, com a duração de 40 dias, marcados por apelos ao jejum, à partilha e à penitência.
StellaMariS_Quaresmais2
Quinta-feira de Cinzas:
«Aqui estamos de novo a alimentar laços de amizade. Jesus convida-te hoje a segui-Lo, tomando a cruz. Que significa para ti a Cruz?»
quarta-feira, 9 de março de 2011
O sonho
Eis o sonho das pessoas consagradas:
amar com todo o coração (castidade);com toda a alma (obediência);
com todas as forças (pobreza).
Interrogação
Por onde queres passar? – Eu sou o caminho.
Onde queres chegar? – Eu sou a verdade.
Onde queres ficar? – Eu sou a vida.
Onde queres chegar? – Eu sou a verdade.
Onde queres ficar? – Eu sou a vida.
StellaMariS_Quaresmais1
Quarta-feira de Cinzas:
«Hoje iniciamos como cristãos o tempo da Quaresma. Jesus convida-nos a mudar de vida. Que gostarias de mudar? Escuta o teu interior e recorda algumas palavras do Evangelho.»
«Hoje iniciamos como cristãos o tempo da Quaresma. Jesus convida-nos a mudar de vida. Que gostarias de mudar? Escuta o teu interior e recorda algumas palavras do Evangelho.»
segunda-feira, 7 de março de 2011
Início da Quaresma com a celebração das Cinzas
08:00h - Missa com imposição das Cinzas.
09:00h - Missa com imposição das Cinzas.
20:30h - Missa com imposição das Cinzas.
20:30h - Missa com Imposição das Cinzas.
sábado, 5 de março de 2011
Avisos, Março 7-13
07 Segunda
Dia de oração pelos defuntos da Ordem.
09 Quarta-feira de cinzas
Início do tempo da Quaresma
08:00 - Missa com imposição das Cinzas.
09:00 - Missa com imposição das Cinzas.
20:30 - Missa com imposição das Cinzas.
11 Sexta-feira de cinzas
08:30 - Exercício da Via Sacra.
12 Sábado
16:00h - Reunião da Pastoral Litúrgica: Acólitos + Cantores + Leitores + MEC + Zeladoras e quem queira associar-se.
13 Domingo I da Quaresma
17:15 - Exercício da Via Sacra.
14 Segunda
21:00 - Encontro com a Bíblia.
Dia de oração pelos defuntos da Ordem.
09 Quarta-feira de cinzas
Início do tempo da Quaresma
08:00 - Missa com imposição das Cinzas.
09:00 - Missa com imposição das Cinzas.
20:30 - Missa com imposição das Cinzas.
11 Sexta-feira de cinzas
08:30 - Exercício da Via Sacra.
12 Sábado
16:00h - Reunião da Pastoral Litúrgica: Acólitos + Cantores + Leitores + MEC + Zeladoras e quem queira associar-se.
13 Domingo I da Quaresma
17:15 - Exercício da Via Sacra.
14 Segunda
21:00 - Encontro com a Bíblia.
Escutar e cumprir
Durante os últimos domingos centrámos a vivência da nossa fé na escuta do Sermão da Montanha.
O discurso de Jesus apelou à recusa em ajuizar sobre os demais; a amarmos os inimigos, ao perdão e a não pagarmos o mal com o mal.
Hoje escutamos um texto também ele fulcral: uma casa — a casa da Igreja! — constrói-se com a intenção de a manter segura, ou então mais vale fazer orelhas moucas e não ir ouvir Jesus.
(Em chegada a hora certa o ninho parece rebelar-se contra os que lá cresceram, isto é, mostra-se estreito e acanhado. Há, então, que fazer-se à vida, bater asas e erguer uma casa.)
Finalmente o Sermão da Montanha acabou. Vimos escutando-o desde há uma bom par de domingos. Escutámo-lo em quase desassossego, porque Jesus não fala para acomodar, mas para erguer e elevar. E isso custa o esforço que sempre custou.
Encerrado o Sermão, Jesus confronta-nos para nos dizer que, em boa verdade, falara para constructores e engenheiros de casas, ou melhor, da Casa – a Igreja.
Jesus fala, como que dizendo: também de ti depende a construção da Casa comum! E é que depende mesmo. Na sua construção nenhuma pedra está a mais, nenhuma força é escassa, nenhuma boa vontade pode ser esquecida, nenhuma areiazita é desprezível, nenhum cimento é dispensável.
A tua Casa depende de ti!
A tua Casa necessita de ti!
E não é bastante dizer «Senhor, Senhor!», ao compasso da mão que bate no peito.
É preciso que a Casa que recebemos se renove a cada geração, seja afagada e afeiçoada para os que vão entrando e nela querem crescer. A construção é constante e depende de cada um de nós, das forças das nossas mãos e do amor puro do nosso coração.
Sejamos mais concretos: Depois do discurso, Jesus usou uma técnica confrontativa típica da conclusão dos discursos dos mestres da sua cultura. Disse Jesus: «Aquele que ouve as minhas palavras e as põe em prática é como o homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é como o insensato que edificou a sua casa sobre a areia.»
Jesus disse o que queria dizer. Perdoe-se-me, mas Jesus não gosta de falar para o boneco. Quando fala, fala para chegar aos corações. A sua palavra é Evangelho que confronta a vida, e tantas vezes desassossega quem se apoia nos rituais, se sacia com preceitos, se empanturra com prescrições. De que basta decorar o catecismo se a Palavra de Jesus não ilumina o esconso da nossa vida, nem abana as falsas seguranças em que nos instalamos?
Para Jesus ou se constrói ou se constrói. Afinal de contas construir mal não é construir! Dos que ouvem a Palavra todos contribuem para a construção da Casa. Sim, todos gostam de erguer algo belo e duradoiro. Porém, é fácil de ver que o contributo não é todo igual. Basta que chegue a tempestade para verificarmos que não é de igual maneira que construímos.
O domingo é o dia da escuta da Palavra.
Não podemos construir sem ouvir a força de Deus. E quando a ouvimos será que ouvimos? Na verdade, uns constroem sobre areia; outros sobre rocha firme. Porque há ouvir e ouvir!
Quem são os que constroem sobre areia? São os que ouvem a Palavra de Jesus e dizem eles mesmos muitas palavras e orações santas, mas não põem em prática o mandamento de Jesus. Deles diz Jesus aos seus discípulos que não são dignos de confiança. As casas que constroem caem facilmente e são levadas pela correnteza das águas.
E existem casas construídas sobre a rocha. São as que resistem aos ventos impetuosos e nem as chuvas torrenciais nem os nevoeiros traiçoeiros deterioram as fachadas ou os interiores. Essas são de gente prudente, que escuta a Palavra de Jesus e a põe em prática.
Quem escuta a Palavra de Jesus e a cumpre, esse está a construir sobre a firmeza de Jesus, o rochedo do nosso refúgio.
Escutar e cumprir.
Escutar parece que todos escutamos; e afinal de contas quem não conhece a Palavra de Jesus desde a catequese? Cumprir, é que nem todos cumprimos com as exigências do Evangelho.
Todos temos a nossa casa ainda inconclusa. Eu e a minha família, a Igreja, a minha nação e a minha comunidade carecemos ainda de cumprimento. Os verbos escutar Jesus e cumprir a sua palavra são o melhor cimento para a ajudar à construção.
Pergunte-se: Deus e o próximo têm o mesmo lugar no seu coração e na sua casa? É crente porque sim ou por convicção? Partilha os seus bens com critérios de solidariedade? Ou, prefere construir sobre as fragilidades da areia da busca do poder e do prestígio alcançado por compromissos pouco éticos?
Chama do Carmo I NS 100 I Março 6, 2011
O discurso de Jesus apelou à recusa em ajuizar sobre os demais; a amarmos os inimigos, ao perdão e a não pagarmos o mal com o mal.
Hoje escutamos um texto também ele fulcral: uma casa — a casa da Igreja! — constrói-se com a intenção de a manter segura, ou então mais vale fazer orelhas moucas e não ir ouvir Jesus.
(Em chegada a hora certa o ninho parece rebelar-se contra os que lá cresceram, isto é, mostra-se estreito e acanhado. Há, então, que fazer-se à vida, bater asas e erguer uma casa.)
Finalmente o Sermão da Montanha acabou. Vimos escutando-o desde há uma bom par de domingos. Escutámo-lo em quase desassossego, porque Jesus não fala para acomodar, mas para erguer e elevar. E isso custa o esforço que sempre custou.
Encerrado o Sermão, Jesus confronta-nos para nos dizer que, em boa verdade, falara para constructores e engenheiros de casas, ou melhor, da Casa – a Igreja.
Jesus fala, como que dizendo: também de ti depende a construção da Casa comum! E é que depende mesmo. Na sua construção nenhuma pedra está a mais, nenhuma força é escassa, nenhuma boa vontade pode ser esquecida, nenhuma areiazita é desprezível, nenhum cimento é dispensável.
A tua Casa depende de ti!
A tua Casa necessita de ti!
E não é bastante dizer «Senhor, Senhor!», ao compasso da mão que bate no peito.
É preciso que a Casa que recebemos se renove a cada geração, seja afagada e afeiçoada para os que vão entrando e nela querem crescer. A construção é constante e depende de cada um de nós, das forças das nossas mãos e do amor puro do nosso coração.
Sejamos mais concretos: Depois do discurso, Jesus usou uma técnica confrontativa típica da conclusão dos discursos dos mestres da sua cultura. Disse Jesus: «Aquele que ouve as minhas palavras e as põe em prática é como o homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é como o insensato que edificou a sua casa sobre a areia.»
Jesus disse o que queria dizer. Perdoe-se-me, mas Jesus não gosta de falar para o boneco. Quando fala, fala para chegar aos corações. A sua palavra é Evangelho que confronta a vida, e tantas vezes desassossega quem se apoia nos rituais, se sacia com preceitos, se empanturra com prescrições. De que basta decorar o catecismo se a Palavra de Jesus não ilumina o esconso da nossa vida, nem abana as falsas seguranças em que nos instalamos?
Para Jesus ou se constrói ou se constrói. Afinal de contas construir mal não é construir! Dos que ouvem a Palavra todos contribuem para a construção da Casa. Sim, todos gostam de erguer algo belo e duradoiro. Porém, é fácil de ver que o contributo não é todo igual. Basta que chegue a tempestade para verificarmos que não é de igual maneira que construímos.
O domingo é o dia da escuta da Palavra.
Não podemos construir sem ouvir a força de Deus. E quando a ouvimos será que ouvimos? Na verdade, uns constroem sobre areia; outros sobre rocha firme. Porque há ouvir e ouvir!
Quem são os que constroem sobre areia? São os que ouvem a Palavra de Jesus e dizem eles mesmos muitas palavras e orações santas, mas não põem em prática o mandamento de Jesus. Deles diz Jesus aos seus discípulos que não são dignos de confiança. As casas que constroem caem facilmente e são levadas pela correnteza das águas.
E existem casas construídas sobre a rocha. São as que resistem aos ventos impetuosos e nem as chuvas torrenciais nem os nevoeiros traiçoeiros deterioram as fachadas ou os interiores. Essas são de gente prudente, que escuta a Palavra de Jesus e a põe em prática.
Quem escuta a Palavra de Jesus e a cumpre, esse está a construir sobre a firmeza de Jesus, o rochedo do nosso refúgio.
Escutar e cumprir.
Escutar parece que todos escutamos; e afinal de contas quem não conhece a Palavra de Jesus desde a catequese? Cumprir, é que nem todos cumprimos com as exigências do Evangelho.
Todos temos a nossa casa ainda inconclusa. Eu e a minha família, a Igreja, a minha nação e a minha comunidade carecemos ainda de cumprimento. Os verbos escutar Jesus e cumprir a sua palavra são o melhor cimento para a ajudar à construção.
Pergunte-se: Deus e o próximo têm o mesmo lugar no seu coração e na sua casa? É crente porque sim ou por convicção? Partilha os seus bens com critérios de solidariedade? Ou, prefere construir sobre as fragilidades da areia da busca do poder e do prestígio alcançado por compromissos pouco éticos?
Chama do Carmo I NS 100 I Março 6, 2011
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