Antes do galo cantar duas vezes, três vezes me negarás.
Somos Carmelitas Descalços, filhos de Santa Teresa de Jesus e São João da Cruz, Ordem dos Irmãos da Bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, Senhora do Sim, nossa Mãe e nossa Irmã, em Viana do Castelo, Alto Minho, Portugal, a viver «em obséquio de Nosso Senhor Jesus Cristo e a servi-l’O de coração puro e consciência recta».
sexta-feira, 10 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Peregrinação a pé a Fátima
Os Jovens Carmelitas vão a pé a Fátima. A Terceira Peregrinação a pé a Fátima do Carmo Jovem vai realizar-se nos dias 1-3 de Maio. Mais informações em: http://carmojovem.blogspot.com/2009/04/peregrinacao-pe-1-3-mai09.html
terça-feira, 7 de abril de 2009
O Natal vai chegar
A visita foi feita, a Missa foi rezada e a foto tirada. E foi prometido que iria para ao blog. Por esta e mais aquela razão não foi, mas vai hoje. Até porque está prometido um presépio... e convém aqui lembrar que, sem nos darmos conta, o Natal vai chegar.
Muito obrigado.
Contem com o Carmo Jovem!
Que mais nos animaria a reunir durante quatro horas, depois de percorrermos uma centena de quilómetros, correndo orisco de não jantar e de nos obrigarmos a regressar pelo mesmo caminho? Só mesmo o Carmo Jovem.
Ao longo do ano o Movimento oferece aos jovens 8 actividades diferentes. É obra, mesmo para gente tão pouca e tão fraca! Mas quando reunimos, reunimos. Foi o caso de ontem, dia 6. Foi aqui, em Viana. Os apetrechos estão na foto como meros acesssórios, apenas querem significar que sabemos deitar mão ao trabalho, mesmo que seja duro.
Viu-se!
A Peregrifáti ficou organizada, a Clarminhada e os Acampákis também. É o nosso jeito e o nosso contributo para a causa da Igreja, um serviço apaixonado que prestamos, porque não sabemos prestar doutro modo. Porque, afinal, ou prestamos este serviço jovem e apaixonado à causa do Evangelho ou não prestamos para nada!
E aqui está quem presta!
Contem com o Carmo Jovem!
(à reunião faltou a Vera Lúcia por imperativo de força maior: emprego. Mas essa é outra maneira de participar nas reuniões. Mas como se vê pela foto os claustros carecem da limpeza final. Ela que se apronte, pois há quem se disponha a ajudá-la.)
Beato Nuno na imprensa
As notícias e as opiniões começam a correr. Agora foi no jornal público. Confira: http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain2.asp%3Fdt%3D20090405%26page%3D4%26c%3DC
Visitas de meninos
É muito belo ver os jovens farnqueando as nossas portas, ocupando os nossos passos, trazendo as primícias dos frutos e apresentá-los ao Senhor. É isso que o João Manuel e o Guilherme são: primícias oferecidas a Deus. Os dois meninos que ainda mal gatinham desregularam-nos a vida nesse dia com as suas birras e choros. Mas foi tão bom que só podemos pedir que se repita. Ficamos todos, mas todos mesmo, à espera.
João e Guilherme, muito obrigado pela vossa visita e dos vossos pais.
E que Deus vos abençoe.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Da família do Carmo
Parabéns, Lídia!
domingo, 5 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
A canonização do Beato Nuno
A Santa Sé fez saber que no dia 26 de Abril o Beato Nuno, ou Frei Nuno de Santa Maria, ou o já aclamado pela vox populi como o Santo Condestável, será formalmente canonizado.O Carmo rejubilou: é nosso, é nosso irmão!; a Igreja rejubilou: mais um dos seus filhos vê reconhecidas as virtudes que o assemelham a Cristo!; o país rejubilou: ele é um herói português!; A portugalidade rejubilou, por razões óbvias; o pretendente ao trono, idem; o Presidente e o Parlamento, aspas aspas.
Há consenso, até quando se diz que de Espanha, contra quem ele ergueu a espada, vinham as maiores oposições. Mas um santo é um santo, mesmo que antes usasse espada.
Que fazer? Que faremos aqui no Carmo?
Pois, damos graças a Deus e cantamos-Lhe, a Ele que é a fonte única da santidade!
>> Já mandámos restaurar a sua imagem que se encontrava anichada num recanto da nossa igreja e havemos de entronizá-la;
>> poremos à venda uma pequena biografia ilustrada, que dará a conhecer a vida deste herói e santo;
>> também pode passar pelo blog onde tem assunto que se veja e leia, nomeadamente a Nota Pastoral dos nossos bispos (http://www.chamadocarmo.blogspot.com/2009/03/exemplo-heroico-em-tempo-de-crise-nota.html)
>> e no dia 25 de Abril, iremos em marcha até ao Monte do Castelo, em Castelo do Neiva, num tributo que prestaremos a este homem da pátria e de Deus.
>> Na sacristia e na portaria, existe uma folha, onde poderá registar o seu donativo para ajuda do restauro da imagem que, para alegria dos devotos, já está exposta à entrada do presbitério.
Chegou a hora de Jesus!
O Evangelho de São João poderia chamar-se o Evangelho da Hora de Jesus. Ao longo da narrativa evangélica várias vezes Jesus vai referindo: «Ainda não chegou a minha Hora».Nos treze curtos versículos do Evangelho do domingo passado, falava Jesus cinco vezes da sua Hora, e em três delas declara: «Chegou a Hora».
Chegou, pois a Hora de Jesus. Chegou o agora temporal onde se faz presente o hoje eterno de Deus. Chegaram os dias em que Deus «estabelecerá uma nova aliança com a casa de Judá».
Existe, portanto, a Hora de Jesus com cujo sangue se sela a Nova Aliança, e existe também a nossa hora, que, paradoxalmente, vive obnubilada pelo poder das trevas.
A hora do Cordeiro
Segundo São João, o Evangelista, Jesus entregou a sua vida na Cruz, realizando o seu sacrifício supremo na mesma hora em que os judeus imolavam o cordeiro pascal que seria comido na Ceia da Páscoa.
João organizou o seu Evangelho fazendo convergir tudo para a Hora, a Hora da glorificação de Jesus, que passa justamente pela porta estreita da sua tremenda Paixão.
Ao se aproximarem os dias da memória da Paixão de Jesus, pergunto-me: por onde andarão a nossa cabeça e o nosso coração, se não considerando que foi Ele homem de dores, que tremendamente sofreu o martírio mais injusto? Como poderemos viver todos os dias por igual — mais cinzentos, que azuis! —, sem assumir que Ele padeceu, recusando-se a viver impassível e estóico como um super-homem?
Sim. Jesus partilhou todos os nossos sentimentos de dor, medo, angústia, dúvida, lamentação e crise existencial. Em chegada a hora, até Jesus tremeu! E quem não tremeria?
O mediador solidário
E só pode surpreender-se que seja assim, quem ainda não percebeu que Jesus comungou profunda e solidariamente a nossa vida. Ele medeia e dá a vida como um Pontífice que bem conhece de experiência as nossas debilidades e temores. E é por isso que se recusa a pairar sobre a história, preferindo antes, ao ser chegada a sua Hora, oferecer o seu corpo ao impoder do terror.
Páscoa significa combate e vitória contra o mal e o pecado. É a hora da Cruz, porque não existe Páscoa sem Cruz. É a Hora de Jesus, a Hora terrível do julgamento e da expulsão do príncipe deste mundo, que está sentado num trono de arrogância, tem no coração uma pedra negra e dura, cinge-o uma coroa de corrupção e de assassínios e o seu ceptro férreo de injustiça e opressão dos humildes.
A hora do combate
A Hora é agora. E já soaram as trombetas convocando para o combate. A batalha
— à partida ganha, mas sem o sabermos —, tem lugar no corpo triturado de Jesus,
oferecido aos crentes como prova da Nova Aliança entre o Céu e a Terra.
Ele combate, Ele vence por nós. Mas a sua vitória é a sua derrota: é sua a morte às mãos do Inimigo. Porém, confiemos, Ele vence, porque não se ama a si mesmo e soube perder a vida em favor de muitos irmãos.
Se Jesus veio ao mundo que antes criou para, precisamente, nele suceder esta Hora, como, — perguntaremos nós —, como havemos de excluir-nos dela, deixando-O só no combate?
O momento de crise
A Hora é o momento da decisão, é o momento crítico do mundo que quer viver afoito e
despreocupado, de si mesmo para si mesmo. Fechado em bolha de mais vale assim que pior. Enclausurado, como se não existisse sentido se não em si. E é assim que do mundo vai ficando
excluída a ideia da salvação vinda de Jesus, tal como do coração de Jesus, gota a gota, se exauriu a vida. O sentido da vida vem de Jesus, que se deu ao combate por nós, para nos ganhar resgatando-nos ao Inimigo.
A vida cristã é união com Cristo. E se Ele não poupou a sua, também o discípulo não a
poupará nem esconjurará a sua hora, pois não está dispensado do sofrimento nem da decisão pessoal. Também temos a nossa hora!
Jesus não faltou à Hora. Não houve desacerto ou desencontro algum. A Hora da glorificação está próxima, e passa pela Cruz. Quantos discípulos não se espantam com o horror da Hora e fogem, desertando do caminho!
Sim a abençoada Hora chegou, já estamos a viver nela. Porquê fugir? Para onde fugir?
Chama do Carmo I NS 25 I 5 Abril 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Rumo à Canonização (IX)
O túmulo de Nuno Álvares Pereira foi destruído no Terramoto de 1755. O seu epitáfio era: «Aqui jaz o famoso Nuno, o Condestável, fundador da Casa de Bragança, excelente general, beato monge, que durante a sua vida na terra tão ardentemente desejou o Reino dos Céus depois da morte, e mereceu a eterna companhia dos Santos. As suas honras terrenas foram incontáveis, mas voltou-lhes as costas. Foi um grande Príncipe, mas fez-se humilde monge. Fundou, construiu e dedicou esta igreja onde descansa o seu corpo.»
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Rumo à Canonização (VII)
Coro:
Herói e Santo, D. Nuno imortal,
Valei à terra de Portugal!(Bis)
I
Dom Nuno Álvares Pereira
Nosso encanto e nossa glória,
Retomai vossa Bandeira
E levai-nos à vitória.
II
Em vosso peito de crente
E robusto lutador
Ardem continuamente
Chamas de fé e amor
III
E robusto lutador
Ardem continuamente
Chamas de fé e amor
III
Carmelita e Cavaleiro,
Abraçando a Cruz da Espada,
Mostraste ao mundo inteiro
O valor da Pátria Amada.
IV
Ébria de sonho e de aurosa,
Voss'alma fremente e bela,
Brilhou nas eras de outrora
Mais alto do que uma estrela.
O valor da Pátria Amada.
IV
Ébria de sonho e de aurosa,
Voss'alma fremente e bela,
Brilhou nas eras de outrora
Mais alto do que uma estrela.
Rumo à Canonização (VI)
A BANDEIRA DE D. NUNONa Idade Média o fervor religioso era particularmente forte. Amparava o homem nos trabalhos mais difíceis. Em momentos de perigo tinha necessidade de se sentir protegido por Deus e Santos Protectores.
D. Nuno, em manifestação de fé, como pedido de ajuda para si e companheiros, para terem comportamento corajoso na luta, mandou fazer uma bandeira, que quando desfraldada mostrava a figura do Salvador e de sua Santa Mãe. Tinha grande significado, invocando com ela protecção espiritual para todos e incentivo para alcançar vitória, nas pelejas que fossem obrigados a travar. Enchia de ânimo e coragem o coração dos combatentes que sentiam ter protecção Divina, de S. Jorge e de Santiago.
A bandeira de D. Nuno era branca, simbolizando pureza. Tinha ao meio uma grande cruz da cor do sangue do Redentor, que a dividia em quatro partes iguais:
- Na metade de cima, do lado da haste, apresentava a imagem de Jesus Cristo crucificado, de sua Santa Mãe Nossa Senhora, símbolo de virtude e mediadora entre Jesus Cristo e Deus Pai, que rezava ajoelhada a seus pés. Estava acompanhada por S. João que recordava a evangelização dos povos cristãos;
- Na mesma metade, distante da haste, estava representada a imagem da Virgem com o Menino Jesus ao colo, lembrando o amor maternal e a protecção particular das mães a seus filhos;
- Na metade inferior, junto à haste, S. Jorge orava de joelhos e mãos postas, com o bacinete pousado a seu lado. Era considerado o “padroeiro”, protector, de Portugal desde D. Afonso Henriques;
- Na mesma metade, distante da haste, Santiago Maio, protector da Península Ibérica, rezava de joelhos e mãos postas, junto ao seu bacinete. D. Nuno tinha-lhe grande afeição.
Alguns estudiosos são de opinião que estando S. Jorge e Santiago Maio voltados um para o outro, em postura de diálogo, pretende significar que D. Nuno teria gostado de resolver as “diferencias de opinião” pela via do diálogo e que só tomava a via do confronto quando obrigado.
A bandeira de D. Nuno apresenta a cada canto o escudo de armas dos Pereiras, composto por uma cruz branca, aberta pela metade, em campo vermelho.
D. Nuno, em manifestação de fé, como pedido de ajuda para si e companheiros, para terem comportamento corajoso na luta, mandou fazer uma bandeira, que quando desfraldada mostrava a figura do Salvador e de sua Santa Mãe. Tinha grande significado, invocando com ela protecção espiritual para todos e incentivo para alcançar vitória, nas pelejas que fossem obrigados a travar. Enchia de ânimo e coragem o coração dos combatentes que sentiam ter protecção Divina, de S. Jorge e de Santiago.
A bandeira de D. Nuno era branca, simbolizando pureza. Tinha ao meio uma grande cruz da cor do sangue do Redentor, que a dividia em quatro partes iguais:
- Na metade de cima, do lado da haste, apresentava a imagem de Jesus Cristo crucificado, de sua Santa Mãe Nossa Senhora, símbolo de virtude e mediadora entre Jesus Cristo e Deus Pai, que rezava ajoelhada a seus pés. Estava acompanhada por S. João que recordava a evangelização dos povos cristãos;
- Na mesma metade, distante da haste, estava representada a imagem da Virgem com o Menino Jesus ao colo, lembrando o amor maternal e a protecção particular das mães a seus filhos;
- Na metade inferior, junto à haste, S. Jorge orava de joelhos e mãos postas, com o bacinete pousado a seu lado. Era considerado o “padroeiro”, protector, de Portugal desde D. Afonso Henriques;
- Na mesma metade, distante da haste, Santiago Maio, protector da Península Ibérica, rezava de joelhos e mãos postas, junto ao seu bacinete. D. Nuno tinha-lhe grande afeição.
Alguns estudiosos são de opinião que estando S. Jorge e Santiago Maio voltados um para o outro, em postura de diálogo, pretende significar que D. Nuno teria gostado de resolver as “diferencias de opinião” pela via do diálogo e que só tomava a via do confronto quando obrigado.
A bandeira de D. Nuno apresenta a cada canto o escudo de armas dos Pereiras, composto por uma cruz branca, aberta pela metade, em campo vermelho.
Subscrever:
Mensagens (Atom)











.jpg)
.jpg)


